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Marketing no âmbito jurídico e sua aplicação prática

Farelos Jurídicos
11/08/2021
Com o advento da globalização, as formas de comunicação entre o público sofreram mudanças tremendas entre essas formas estão as redes sociais, que são inseridas na vida pessoal e profissional dos usuários.

RESUMO: Com o advento da globalização, as formas de comunicação entre o público sofreram mudanças tremendas entre essas formas estão as redes sociais, que são inseridas na vida pessoal e profissional dos usuários, ao focar na prática jurídica, a situação não é o oposto. Portanto, este artigo tem como objetivo analisar como os advogados brasileiros realizam o marketing jurídico nas redes sociais com base no Código de Disciplina e Ética da Ordem dos Advogados do Brasil. Para tanto, métodos de pesquisa qualitativa baseados em revisão de literatura são utilizados para fornecer embasamento teórico embora não haja regulamentação específica para o marketing jurídico de redes sociais, a regulamentação pode ser formulada desde que se apliquem por analogia as regras de publicidade do Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil e do Regulamento nº 94/2000.

 

Palavras- chave: Marketing jurídico, redes sociais, advento da globalização.

 

 

ABSTRACT: With the advent of globalization, the forms of communication among the public have undergone tremendous changes. Among these forms are the social networks, which are inserted in the personal and professional lives of users, when focusing on legal practice, the situation is not the opposite. Therefore, this article aims to analyze how Brazilian lawyers carry out legal marketing on social networks based on the Code of Discipline and Ethics of the Brazilian Bar Association. For that, qualitative research methods based on literature review are used to provide theoretical basis although there is no specific regulation for the legal marketing of social networks, the regulation can be formulated as long as the advertising rules of the Code of Ethics are applied by analogy and Discipline of the Brazilian Bar Association and Regulation No. 94/2000.

 

Keywords: Legal marketing, social networks, advent of globalization.

 

 

Sumário: Introdução.1. Marketing. 2. O marketing pessoal e a atualidade. 2.1. A disciplina do Marketing Jurídico. 2.2. A localização da matéria no ordenamento brasileiro. 2.3. Código de Ética e Disciplina da OAB. 2.4. Breves considerações históricas. 2.5. A crise do mercado advocacio. 3. Conclusão. Referências.

 

1 INTRODUÇÃO

 

Com o avanço da globalização e do avanço tecnológico, desencadeou-se uma competição acirrada por produtos e serviços, sendo necessário diferenciar as formas como os consumidores são contatados por meio da publicidade e do marketing, nem é necessário pesquisar o que está se tornando mais exigente agora, sempre pesquise antes de comprar o serviço ou produto que você precisa.

 

A existência do marketing digital permite ao advogado chegar aos seus consumidores e dar-lhes respostas às suas necessidades. Além disso, o mesmo serviço exige um marketing jurídico eficaz em diferentes locais. Assim como outras regiões mudaram seus métodos de negócios, não há exceção na lei. O marketing jurídico é um método utilizado pelos advogados para fidelizar os clientes. Não viola as diretrizes de ética e disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil.

 

Portanto, o uso de redes sociais, como YouTube, Facebook, LinkedIn, Whatsapp, Twitter e Instagram, tornou-se um aliado indispensável na divulgação de serviços e produtos, pois seus potenciais clientes podem utilizar facilmente essa mídia para acompanhar postagens e notícias. razoável é necessário saber como o exercício do direito da ética deve se adaptar às exigências da nova era na qual antes era proibido por ser uma prática empresarial, já agora é aplicado pelo maior escritório de advocacia não é mais um escritório de vendas prática, mas uma forma de estabelecer uma relação entre advogados e clientes é, em primeiro lugar, o resultado da mudança tecnológica, que considera o marketing legal e a publicidade como o uso de suporte de rede social em um contexto social em constante mudança para determinar as restrições legais e éticas às atividades jurídicas e publicidade de acordo com o código de ética da OAB.

 

Com isso em mente, os métodos de marketing jurídico requerem um planejamento adequado e a formulação de boas estratégias. Portanto, resultados eficazes podem ser determinados e destacados na qual vale ressaltar que para alcançar bons resultados, as ações devem estar totalmente vinculadas aos objetivos do escritório.

 

Portanto, a questão norteadora deste estudo é “Qual a possibilidade de marketing e propaganda jurídica de acordo com o Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil?”. Nesta revisão de literatura, o código de ética e disciplina dos advogados brasileiros e outras leis e regulamentos serão estudados para esclarecer as limitações e possibilidades deste novo método de trabalho e desempenho profissional.

 

Trata-se de uma revisão bibliográfica descritiva e exploratória, na qual as publicações baseadas em materiais bibliográficos são negociadas em sites, bibliotecas virtuais, livros, arquivos digitais, doutrinas, legislação vigente e precedentes, e outros métodos de divulgação de informações nas redes sociais e disponibilizam.

 

A trajetória pessoal e profissional sempre foi um patrimônio pessoal que exige uma gestão rigorosa e competente, mas, atualmente, com o contínuo surgimento de novas faculdades de direito, a consolidação da globalização e a crescente aproximação entre advogados relevantes e atividades ocultas na mídia, profissionais são a necessidade de conquistar e manter uma posição de destaque no ramo de atividade torna-se cada vez mais importante.

 

O marketing pessoal do advogado é essencial para que ele alcance seus objetivos competitivos e estratégicos e acompanhe sua trajetória de vida pessoal para o sucesso na qual o Direito deve buscar a construção de uma marca pessoal em seu campo de atuação, pois esta será sua principal ferramenta para se posicionar diante dos desafios, para a promoção de marcas pessoais, é necessário analisar as possíveis aplicações de atividades jurídicas e técnicas de marketing pessoal para perceber os benefícios e necessidades acima mencionados.

 

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E DESENVOLVIMENTO

 

  1. Marketing

 

Em uma era de globalização, flutuações de capital e fluxo intensivo de bens e serviços, empresas e profissionais se empenham em ganhar espaço e ganhar evidência / visibilidade, principalmente por meio de estratégias de marketing. Em gerenciamento de marketing de trabalho (Kotler, 1998), as citações são as seguintes:

 

Marketing é a função organizacional e conjunta do processo, que envolve criar, comunicar e entregar valor aos clientes de forma a beneficiar a organização e seus públicos de interesse, bem como gerenciar o relacionamento com eles.

 

O próprio autor expressou a necessidade de atualização repensando o marketing, além da necessidade de diferenciação de processos devido à interferência da mídia no mercado de trabalho, por via, o marketing é uma atividade central das organizações modernas e é cada vez mais importante encontrar serviços eficazes no campo das necessidades humanas ou empresariais.

 

Transferindo esse conceito para o marketing pessoal, pode-se enfatizar que o objetivo é aumentar a aceitação e o reforço da imagem pessoal por parte do público ou de uma determinada parte do público, todo mundo tem duas imagens claras: a primeira é a personalidade: confere composição comportamental, ou seja, o modo de existência, a segunda é a reputação: implica diretamente em informações pessoais e ajuda os outros a construir impressões pessoais, que é o que vemos.

 

As pessoas prestam mais atenção ao capital intelectual, principalmente escolhendo profissionais que possam realmente dar uma contribuição profunda para o sucesso da organização, pois cada vez mais as empresas valorizam seus colaboradores mais do que a experiência profissional e os fundamentos teóricos.

 

O marketing pessoal é sustentado por ferramentas básicas que, quando utilizadas em conjunto, podem fornecer e revelar perfis profissionais: aparência (higiene, vestimenta), conteúdo (treinamento, habilidade, caráter, honestidade, lealdade) e postura corporal (credibilidade, comunicação). Pode-se dizer que o marketing pessoal é o desempenho marcante das ações do dia a dia, incluindo o comportamento e a atitude para alcançar o sucesso esperado onde uma realidade parece cheia de possibilidades, apenas diante de quem tem a capacidade de explicá-la e de quem age em grande número.

 

O talento criativo não é um simples acidente, ele se baseia na natureza e se manifesta em grande parte no trabalho educativo, tendo como pré-requisitos a aquisição de conhecimentos, o desenvolvimento de aptidões e aptidões e as qualidades pessoais, busca realizar o reconhecimento das realizações pessoais e estimular o processo de crescimento por meio de valores e atitudes, além de promover o desenvolvimento do marketing pessoal, por meio de pessoas criativas cultivam o pensamento produtivo, encontram soluções para problemas, encontram novas saídas, identificam e atendem a novas necessidades. Parece que pessoas que são significativas e criativas na vida e no trabalho têm alcançado grandes resultados com seu entusiasmo profissional, pois as motivações pessoais acabarão sendo diferentes.

 

A informação é muito importante, seja no campo pessoal ou profissional, e em muitos casos, a informação representa uma oportunidade de exercer um poder acima da média sobre a pessoa que possui a informação, portanto, a informação é uma ferramenta importante para a atuação dos gestores da empresa e de todo o pessoal envolvido no sistema, isso porque o sucesso depende não só da eficiência da empresa, mas também da atuação conjunta de todos os seus componentes, portanto, a boa comunicação, a imagem pessoal e o relacionamento entre os integrantes determinam a empresa e se posicionam como um gestor de forma competitiva e vencedora.

 

2.2 O marketing pessoal e a atualidade

 

Uma vez formado o conceito de marketing, seus componentes podem estar relacionados a características e interesses pessoais, ao invés de interesses comerciais, o avanço tecnológico criou um novo ambiente organizacional, novas exigências e acirrada competição, nessas condições, o marketing pessoal surge como um processo que valoriza as pessoas e obtém uma carreira de destaque na organização. hoje os indivíduos utilizam as novas tecnologias como ferramentas de avaliação estratégica.

 

Já se foi o tempo de quem achava que fazer faculdade é suficiente para preencher uma boa vaga de emprego, ou que tudo o que o chefe disser é suficiente para manter o emprego e construir uma carreira que atenda às necessidades profissionais acabou, um fator dessas mudanças é o avanço tecnológico, pois além da habilidade motora e da execução de ordens, também é necessário preparo para que a educação continuada seja considerada uma forma produtiva e competitiva para os trabalhadores (CHIAVENATO, 2004).

 

As ferramentas de marketing pessoal são uma das ferramentas mais eficazes para tornar seus pensamentos, comportamentos e atitudes benéficos para o ambiente profissional, o principal objetivo do marketing pessoal é o sucesso, utilizando habilidades e características para melhorar e motivar as pessoas a se diferenciarem da concorrência. Se guiado da maneira certa, o marketing pessoal pode levar a resultados positivos na vida profissional e pessoal para (PERSONA, 2005) o verdadeiro trabalho de marketing pessoal deve tocar os fundamentos da pessoa e permitir que ela se entenda melhor.

 

O marketing pessoal está relacionado ao conteúdo que as pessoas permitem que outras pessoas exibam, que é uma série de ações para criar uma marca que atenda às suas necessidades e desejos. De acordo com Peters (2000, p.72):

 

“Trata-se da capacidade do indivíduo de atrair e manter relações pessoais e profissionais entre equipes, clientes, gerentes, diretores, etc. De forma permanente, de forma a circular por eles para atender às necessidades mútuas e satisfazer a todos”.

 

Assim como uma empresa é composta por uma missão, visão e valores claros, todos podem tratar essas estratégias como pessoais, e não organizacionais. A missão pode ser entendida como a razão da existência, deve ir além da obtenção de benefícios e está relacionada à motivação das pessoas nela, a visão pode responder às seguintes perguntas: Como você se vê? De onde você quer obtê-lo? quanto tempo, os valores representam as crenças que orientam a vida das pessoas, por que devem seguir em frente e como colocar a teoria em prática.

 

As pessoas deixam sua marca por onde passam, para que possam causar boa ou má impressão nas pessoas que as conhecem por sua falta de caráter, mau comportamento, maneira como tratam os outros, seu modo de vestir e o desprezo de imagens. Por outro lado, quando se comportam bem, tratam bem as pessoas, estão bem vestidas, são cuidadas e são lembradas de forma positiva.

 

Em marketing, a empresa utiliza um composto de marketing para atingir o mercado- alvo, que são os quatro elementos básicos que constituem a estratégia de marketing de uma organização: preço, localização, produto e promoção. No contexto do marketing pessoal, o produto passa a ser "você", ou seja, uma pessoa. Quando uma pessoa é chamada de produto, as características relacionadas à aparência pessoal, formação profissional, moralidade, moralidade, personalidade, comportamento e habilidades devem ser Contato, propriedades físicas, etc.

 

O marketing pessoal usa conceitos tradicionais de marketing para benefício pessoal, Oliveira Neto (1999), o marketing pessoal valoriza todas as características do indivíduo.

 

Nessa dimensão do marketing pessoal, variáveis como comunicação oral, expressão escrita, conhecimento, apresentação, formação educacional acadêmica, ética, atuação profissional, história, liderança e outras variáveis são relevantes, onde as imagens e atitudes das pessoas são muito importantes no marketing pessoal porque explicam as características do produto, ou seja, as pessoas”. A imagem envolve principalmente o estilo de autocuidado pessoal, roupas, vaidade, aparência e pode constituir um conceito bom ou ruim para o observador.

 

Uma pessoa tem apenas alguns segundos para dar uma boa imagem a alguém, então você deve prestar atenção a vários fatores. O sorriso deve estar no rosto, todo mundo quer estar com alguém com senso de humor, ser honesto, humilde, prestar atenção na aparência, ser informado e pontual. Tenha um objetivo claro, tenha um cartão de visita e leve-o consigo (BORDIN, 2008).

 

O marketing jurídico são apenas todas as estratégias de marketing voltadas para o mercado jurídico. No Brasil, acredita-se que os advogados não podem realizar marketing por falta de compreensão das regras de ética (PAGANI, 2018, p. 24), onde o marketing jurídico é muito valioso e indispensável para a mídia digital, e agora estamos experimentando essa mídia digital.

 

Já o marketing jurídico é uma atividade que cria valor para os clientes de serviços jurídicos, respeitando as leis, os códigos de ética e disciplinar, os regulamentos administrativos da OAB e o posicionamento dos tribunais de ética e disciplinar de cada departamento (ORSINI, 2018). De acordo com as observações, o marketing jurídico do advogado é sua forma de divulgar e desenvolver sua rede de trabalho, pois por meio do marketing os profissionais têm mais chances de serem conhecidos em seu ambiente. 

 

Em outras palavras, refere-se a atividades que criam valor para clientes de serviços jurídicos. Geralmente, o marketing jurídico é referido como atividade de advogado, mas o conceito pode ser estendido a outras atividades jurídicas que visam a criação de valor para o público-alvo, como os serviços notariais (OLIVEIRA, 2014).

 

Portanto, o marketing jurídico é um conjunto de ações estratégicas que visa posicionar os advogados no mercado de trabalho. Essas ações mostrarão ao público-alvo seus conhecimentos e as situações com que costumam lidar, é uma ferramenta ideal para aproximar os clientes certos do serviço prestado. Além disso, o conceito também é utilizado para fortalecer a imagem do advogado sem violar o código de ética da OAB, com o advento da Internet, os hábitos de consumo das pessoas sofreram mudanças drásticas. Portanto, a adaptação à globalização e às estratégias de mercado tornou-se fundamental, com foco principalmente nas necessidades do cliente, aliadas a uma forte presença digital (ORSINI, 2018).

 

Por definição, é importante destacar que o foco do marketing jurídico é atender às necessidades de cada cliente, essa demanda não se concentra apenas na prestação de serviços jurídicos ou na prestação de informações, na qual também diz respeito à qualidade do serviço prestado, à credibilidade dos profissionais, às instalações, à localização do escritório, à comodidade do contato e às próprias expectativas do cliente, tanto no marketing legal quanto a publicidade devem atender às necessidades do cliente, como fornecer serviços de qualidade e com credibilidade de uma maneira que atenda às expectativas gerais (MELO, 2015).

 

Portanto, é óbvio que marketing não pode ser estudado de uma perspectiva pragmática, é necessário fazer com que as pessoas percebam que existem muitas estratégias que podem ser utilizadas para alcançar os resultados desejados. Nossa pesquisa é muito interessante e pode resolver problemas de publicidade de forma concisa.

 

O marketing e a publicidade são diferentes no entanto, o marketing pode usar a publicidade como estratégia para usar seus elementos, a ideologia do discurso publicitário se transforma em uma “forma básica de controle social”, que pode coordenar a hierarquia entre produtos e grupos sociais (ROCHA, 1995).

 

Ao se voltar para a ordem econômica, ela se baseia na ênfase no trabalho humano, possibilitando observar a livre iniciativa e a livre concorrência. Diante disso, é necessário pensar que a publicidade é um fenômeno econômico, que visa atrair clientes para os anunciantes (sejam produtos ou serviços), de modo a concluir que a publicidade é apenas uma ferramenta para as atividades comerciais (PEREIRA, 2014).

 

Depois de conceituada, o marketing no âmbito jurídico e a publicidade, passou a ser importante entender o conteúdo da tradução de mídia social, porque é o progresso proporcionado pelas mudanças sociais e suas formas interativas, implicando diretamente no caminho que a informação pode ser traçada até chegar ao que você quer destino.

 

Diante disso, é importante revelar que, devido a tantos avanços tecnológicos, as formas de implementação das mídias sociais têm se expandido, tanto alcançando sua concretização quanto impactando seu público-alvo, pôde-se dizer que a velha e a nova mídia em seu discurso aos meios de comunicação de massa, na qual trouxe as velhas e tradicionais mídias, a saber: jornais, revistas, rádio e televisão, mostrando que essas mídias sociais têm atendido as necessidades de gerações.

 

2.3 A disciplina do Marketing Jurídico

 

 

A interconexão do mundo provocada pela revolução das telecomunicações deu origem ao chamado fenômeno da globalização, que impulsionou todo o vínculo comercial, e a enorme forma de interação fez com que também se concentrasse nas demandas judiciais. Neste último, um dos resultados é um atendimento cada vez mais especializado e interligado, que acaba por cultivar uma forma diferenciada de fazer as coisas para os advogados (CARLONI e OLIVEIRA, 2016), a publicidade na lei não deve ser confundida com marketing, pois a publicidade pode ser implementada no marketing jurídico como uma das estratégias adotadas com critérios de discricionariedade e moderação (NALINI, 2009).

 

Pôde-se revisar a publicidade para a prática jurídica, que se tornou um paradigma para a discussão da publicidade na Internet e em placas de indução, na qual é possível descrever uma publicidade que foca mais na comercialização e comercialização de produtos, enquanto publicidade é uma informação que atua de forma cautelosa, visando um público menor, de forma mais direta.

 

Diante do exposto, é necessário ainda evidenciar que os anúncios e as propagandas utilizam mecanismos distintos para sua aplicabilidade, no marketing jurídico, a publicidade também pode ser utilizada como uma das estratégias do marketing jurídico, mas a publicidade não, porque esta é para despertar o consumidor para a obtenção de determinado produto ou serviço.

 

Os serviços profissionais visíveis originaram-se na Idade Média, principalmente no que diz respeito às profissões relacionadas com o direito. Como afirma Kotler (2001), é importante ressaltar a elevada importância social desse profissional. O que permite que as pessoas entendam que a condição social é adotada como potencial agente das atividades jurídicas.

 

Nos dias de hoje, sob o impacto do advento da globalização, com a quantificação das formas mais missivas de informação, esta situação é totalmente benéfica para os advogados que pretendem continuar a ser o destaque da sua carreira.

 

O marketing jurídico busca fornecer ferramentas de planejamento estratégico para rastrear o caminho através da construção de objetivos e metas, mais adequados para a inserção no cenário do advogado, tudo isso pode ser alcançado por meio do marketing jurídico, que busca não só o sucesso do resultado, mas também o seu potencial (CARLONI; OLIVEIRA, 2016), na qual é possível esclarecer que o objeto de pesquisa do marketing jurídico são os advogados e toda a rede que pode usufruir de seus serviços contenciosos por meio de estratégias, buscando consolidar a marca pessoal do profissional para que a gestão e a comunicação possam trabalhar juntas para reformular e reformular a conduta a lei.

 

2.4 A localização da matéria no ordenamento jurídico

 

Por meio do marketing jurídico, podem ser criadas e fortalecidas estratégias, como o que chamam de “marcar presença no meio jurídico”, por ser descrito como um grande aliado tendo em vista a grande competitividade entre os advogados, o autor destacou ainda que é cada vez mais necessário fazer da ousadia e da criatividade uma característica inerente ao setor, a fim de aproveitar todas as oportunidades de contribuir positivamente para a carreira do advogado.

 

Combinando todas as informações deste artigo, pode-se retratar que as mutações que afetam a forma de interação social são constantes, e que o desenvolvimento das redes sociais não pode ser considerado apenas como um espaço para o ambiente de lazer, mas também como o conhecimento e conhecimentos que podem realizar atividades orientadas para o trabalho, a extensão do espaço.

 

Agora, não há necessidade de se falar em banalização das atividades jurídicas, mas diante do exposto, pode-se entender que existe um mercado bem posicionado que pode proporcionar aos consumidores a possibilidade de escolha, assim como de profissionais, para fornecer produtos e serviços de maior qualidade, pois estes utilizadores estão cada vez mais exigentes nas circunstâncias apresentadas, procurando a diferenciação e especialização dos advogados.

 

É aí que se preocupa a atenção da atuação do marketing jurídico nas redes sociais, quando o advogado tende a mostrar suas diferenças e domina um determinado assunto para dar tantas contribuições ao seu trabalho, ele usou o surgimento das redes sociais como uma janela para que outros usuários o vissem e para o cliente que vai contratar os serviços desse profissional, ele tem experiência nos objetos exigidos por lei.

 

Mas o Instagram não é apenas um exemplo. Você também pode enfrentar sites, blogs, Youtube e Facebook. Essas redes sociais permitem que os advogados conduzam entrevistas de alto nível, como palestras ao vivo, e muitas vezes até esclarecem um assunto específico, e também podem realizar marketing jurídico. Instruções detalhadas não apenas fornecem esclarecimentos para clientes em potencial, mas também fornecem esclarecimentos para colegas do setor.

 

O termo “ordem jurídica” é expresso em teorias e vocabulário jurídico, com base na integração lógica das normas que o constituem, e o objetivo final é proporcionar maior eficácia e segurança para a aplicação da lei, um dos propósitos desta hipótese é apoiar e legitimar o processo de aplicação e interpretação da lei, ou seja, "falar" a lei nas circunstâncias específicas (e sociais) requeridas, e implicar sua própria interferência formal e por isso, como alguns estudiosos têm defendido, a perspectiva de um sistema jurídico “integrado”, “coerente” e “completo” se afirma como garantia de segurança e legitimidade, como objetivo último - a realização da justiça.

 

Esse conjunto de normas legais é chamado de classificação, isso também é chamado de ordem jurídica e sistema jurídico, é a dimensão de nível das normas, ou seja, as regras e princípios jurídicos de um país, que têm unidade, consistência e integridade.

 

Nessa estrutura hierárquica, dispositivos de especificação superior fornecem eficácia e categorias inferiores de dispositivos de especificação subordinada. Normalmente, a constituição ocupa o ápice da ordem, e todas as outras leis devem ser compatíveis em material e forma, as normas que pertencem ao ordenamento jurídico são consideradas válidas e, portanto, podem ser classificadas como jurídicas, ao passo que as normas que não fazem parte da ordem jurídica são consideradas inválidas e ilegais, portanto, questionar se a norma é válida do ponto de vista jurídico equivale a questionar se ela pertence ao ordenamento jurídico.

 

2.5 Código de Ética e Disciplina da OAB

 

Além da mediação, o sistema jurídico também estipula a forma como as regras são formuladas, costuma-se dizer que o sistema jurídico regula a própria produção normativa, em outras palavras, as regras comportamentais geradas pelo sistema encontraram seu próprio mecanismo e são geradas no mesmo sistema, que pode ser alterado, modificado e extinto o sistema se regula em termos da geração, manutenção e coexistência de suas próprias normas tendo atributos do ordenamento jurídico, uma única cor de pele é uma premissa lógica, isso porque, se não o considerarmos como uma coisa unificada, não podemos falar de ordem jurídica.

 

O ordenamento jurídico brasileiro é influenciado pelo direito romano-germânico e possui características de civilização, a lei suprema do estado é a Constituição da República Federal do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988.

 

De acordo com a Constituição, a Federação é dividida em três poderes independentes e harmoniosos: Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário. O Chefe do Executivo é o Presidente da República, cujo poder provém de eleições e garante autorização temporária, no que diz respeito ao Brasil, o presidente atua como chefe de estado e de governo, onde os membros da Câmara dos Representantes e Senadores constituem poderes legislativos, cuja principal função é elaborar leis, e também são eleitos por sufrágio universal.

 

Na qualidade de profissão livre, o direito deve obedecer a certas regras de conduta, regular o seu exercício de forma coerente com a sua finalidade e garantir a confiança e o respeito na relação que se estabelece entre os profissionais que exercem a profissão e os que exercem funções jurídicas, o que é relevante. Tais regras de conduta estão em conformidade com a ética da lei, ou seja, correspondem a um conjunto de princípios e regras que regulam a natureza ética da atividade dos advogados. Isso não pode ser separado de certos padrões de comportamento que conferem dignidade ao trabalho profissional e buscam regular a disciplina de classe, tendo em mente os interesses sociais que a cercam e as responsabilidades dos advogados para com seus compatriotas.

 

Se a formulação dessas normas de conduta puder ser dispensada, creio que todo profissional saberá agir de acordo com os valores morais inerentes à sua formação como pessoa, então a lei se reduzirá a um ajuntamento de si. trabalhadores empregados, sem coesão, sem espírito de classe, não há compromisso com a sociedade.

 

Bem, isso não está de acordo com a natureza do trabalho freelance, como o direito com efeito, ao se considerar a distinção ontológica que a própria lei estabelece entre as atividades comerciais e o que é considerado freelance, fica evidente a necessidade de adoção de normas éticas que regulem o comportamento de cada tipo de freelancer.

 

Perante ao código Civil, no art. 966, depois de definir o empresário como aquele que se especializou em atividades econômicas organizadas para produzir ou fazer circular bens ou serviços, exclui-se desta categoria aqueles que se especializam em conhecimento, ciência, literatura ou arte, mesmo que sejam assistentes ou com a ajuda de colaboradores, a menos que o exercício da profissão constitua um elemento da sociedade. Desta forma, enfatiza a inevitável desconexão entre freelance e vida empresarial, e distingue os principais fatores dos dois primeiro, a criação do espírito humano, e segundo, a organização das principais atividades econômicas com fins lucrativos.

 

Uma das missões da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) é promover a representação, defesa, seleção e disciplina de advogados em todo o território da República Federativa do Brasil. Portanto, a Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, aprovou a definição de um dos principais objetivos da OAB em seu art, e passou a prever a legislação brasileira e a Ordem dos Advogados.

 

A atribuição aqui enfatizada decorre do poder da polícia sobre a profissão, sendo que o Estado concede à OAB no âmbito da lei não é apenas uma associação profissional, mas uma empresa criada pelo governo onde o estado dá à sua polícia poderes para que os seus membros sejam disciplinados, tornando-se um órgão de classe e um órgão do estado ao mesmo tempo tempo.

 

Os padrões éticos relativos a uma determinada profissão estão condensados em regulamentos ou códigos promulgados de acordo com a legislação que rege a profissão, tornando-os obrigatórios ou vinculativos, de forma que não apenas expressem comportamentos recomendados, mas também, fundamentalmente falando, um padrão legal deve ser cumprido onde o não cumprimento dessas regras sujeitará os profissionais que as violarem às sanções nelas estipuladas. Portanto, a partir dessas considerações, a importância do “Código de Ética e Disciplina” não é apenas do ponto de vista pedagógico, mas também do ponto de vista jurídico, tanto do seu âmbito como do ponto de vista jurídico.

 

2.6 Breves considerações históricas

 

Desde meados do século 20, existe uma ideia pré-determinada de que o uso de publicidade e marketing em um ambiente legal não é viável porque esses métodos são considerados violadores dos princípios éticos da lei aplicável por outro lado, é claro que hoje em dia é necessário que o advogado tenha os meios e as ferramentas para fidelizar os clientes, não fazendo uso da lei de forma comercial, e respeitar todas as normas do código de ética e disciplina. Portanto, esta pesquisa tem como objetivo discutir as limitações e possibilidades da propaganda e do marketing jurídico para advogados profissionais.

 

Trata-se de uma revisão bibliográfica descritiva e exploratória, em que as publicações baseadas em materiais bibliográficos são negociadas em sites, bibliotecas virtuais, livros, arquivos digitais, doutrinas, legislação vigente e precedentes, e outros métodos de divulgação de informações nas redes sociais e disponibilizam. Conclui-se que a partir das evidências da pesquisa, os advogados profissionais são amparados pelo "Código de Ética e Disciplina Profissional", que permite a publicidade aos advogados profissionais é apenas informativo e deve ser cauteloso e sóbrio, não podendo ser implantado entre os advogados profissionais na qual atraia clientes ou comercialize o setor.

 

A existência do marketing digital permite ao advogado chegar aos seus consumidores e dar-lhes respostas às suas necessidades. Além disso, o mesmo serviço exige um marketing jurídico eficaz em diferentes locais assim como outras regiões mudaram seus métodos de negócios, não há exceção na lei, onde o marketing jurídico é um método utilizado pelos advogados para fidelizar os clientes. Não viola as diretrizes de ética e disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil.

 

Portanto, escolhi este tema por interesse e necessidade de saber como o exercício do direito ético deve se adequar às exigências da nova era antes era proibido por ser uma prática comercial, mas agora é aplicado pela legislação maior onde um escritório de advocacia não é mais um negócio de vendas, mas uma forma de estabelecer uma relação entre advogados e clientes.

 

Para o profissional que está entrando no mercado de trabalho, uma das maiores dificuldades é conseguir construir sua rede já para os profissionais do direito, essa demanda é ainda mais importante. Afinal, com uma boa rede de contatos, os advogados podem conseguir emprego no escritório e até receber clientes apresentados por colegas, nem sempre essa tarefa é fácil, o que vai complicar a carreira dos jovens profissionais, tantas pessoas optam por concursos públicos, por exemplo (BASSO; BRITO; WENDRAMIN, 2019).

 

Como estudante de graduação, a própria universidade é um bom lugar para começar um networking. Afinal, com o apoio dos professores, as pessoas podem ter bons sinais de possíveis estágios e empregos (KOETZ, 2018).

 

A rede na área jurídica mostra que, em primeiro lugar, para o profissional iniciante, é possível obter uma rede de contactos, e através desta rede, através da recomendação e recepção de clientes, obter posições de empresa e oportunidades de conhecimento em vários campos de investigação, por isso como conseguir maior vitalidade na rede profissional.

 

No Brasil, criou-se o mito de que o marketing jurídico não deve ser realizado, o que traz insegurança aos advogados que iniciam essa prática, pois não entendem bem o código de ética, e os advogados brasileiros ainda estão “perdidos” (PAGANI, 2018, p. 25) no entanto, nesta delicada situação decorrente da nova pandemia COVID-19, muitos relacionamentos em diferentes áreas da sociedade estão sofrendo consequências econômicas, socioculturais e jurídicas, as pessoas são "forçadas" a aceitar a inclusão digital. De acordo com REIS (2020).

 

Por via, o surgimento do marketing jurídico permite que os advogados se engajem cada vez mais e melhor com seus clientes e aumentem a possibilidade de conquista de novos clientes por meio de informações postadas nas redes sociais, por exemplo, porque potenciais clientes buscam informações e orientações sobre seus problemas. Portanto, a comercialização dos conteúdos disponibilizados nesses sites e redes sociais proporciona informações técnicas jurídicas e um melhor entendimento para quem delas necessita.

 

Atualmente, o método de marketing utilizado pelos advogados e escritórios de advocacia denomina-se marketing de conteúdos, que os advogados apenas o podem utilizar como ferramenta de informação nas redes sociais e sítios web para contactar pessoas que necessitem de informação mas não possuam conhecimentos jurídicos, no entanto, os profissionais do direito devem cumprir as normas e regras estabelecidas no Código de Ética e Disciplina da OAB. Dessa forma, os métodos de marketing adotados por advogados ou escritórios de advocacia devem se basear nos princípios e diretrizes vida proibir a nudez e buscar ser cauteloso e sóbrio, e os anúncios utilizados não devem configurar a comercialização de clientes ou indústrias.

 

3. CONCLUSÃO

 

Diante do conteúdo apresentado, fica evidente a importância do desenvolvimento do marketing jurídico pelos advogados brasileiros nas redes sociais, e o impacto positivo fica evidente quando eles prometem ser bons e alinhados às práticas jurídicas convencionais. isto é oportuno relembrar que a sua evolução assenta na estratégia e, se aplicada de forma a respeitar a ética profissional dos advogados, tornar-se-á legal e necessária.

 

Por este motivo, através desta investigação, pode-se reconhecer que marketing, publicidade e publicidade são elementos essencialmente distintos, logo: o marketing é o objetivo de melhorar o trabalho dos profissionais, através de pesquisas para obter melhores estratégias e prioridades organizacionais; a publicidade não deve ser confundida com marketing, ela pode ser utilizada como elemento de avaliação do trabalho humano e incentivo à livre concorrência.

 

Ao focar no campo jurídico, é justamente pelo interesse na comercialização das atividades que se pode constatar que a propaganda não é aceita, o que é extremamente incompatível com a prática jurídica convencional. Porém, o desenvolvimento do marketing jurídico, ainda que a propaganda seja uma de suas estratégias, pode ter como objetivo final avaliar a atuação dos advogados, divulgar informações e conteúdos educacionais e proporcionar maior visibilidade no mercado. A profissão enfrenta a competição de maneira gentil, isso cria o vínculo entre o marketing jurídico e o domínio das redes sociais no momento certo. Embora seja um ambiente favorável ao desenvolvimento de atividades de lazer, inclui também a realização de marketing jurídico e outras atividades, por ser um mecanismo que pode divulgar amplamente as informações que divulga.

 

No entanto, em face da ciência do marketing para profissionais do direito, uma supervisão mais rígida é necessária para garantir sua aplicabilidade e, especificamente, definir o comportamento dos profissionais que utilizam a ciência do marketing jurídico nas redes sociais, pois esta é uma realidade inserida na forma de interação entre advogados e clientes.

 

É possível aplicar as regras existentes por analogia com o comportamento dos advogados nas redes sociais. Portanto, os advogados do código de ética e disciplinar da OAB, bem como as leis e regulamentos, da OAB, e as normas e súmulas do tribunal de ética são usados como parâmetros e, mesmo de forma semelhante, também podem regular essa conduta profissional.

 

Diante do exposto, pode ser analisado em todo o artigo mesmo que existam ambigüidades normativas óbvias, incluindo práticas de marketing jurídico nas redes sociais, e que esta seja uma realidade aberta aos profissionais do direito, não é necessário admitir que você tem o comportamento desejado mantém distância. Até nas redes sociais, pois a Internet é uma transformação tecnológica do mundo real (CUNHA JÚNIOR, 2002).

 

Portanto, o advogado fundamenta-se na autenticidade das informações utilizadas, bem como nas suas expectativas quanto à objetividade e moderação do advogado, de forma a utilizar as melhores possibilidades proporcionadas pelo surgimento das redes sociais de apoio à prática jurídica na qual verifica-se que o advogado deve acompanhar as mudanças sociais e ser capaz de utilizar os elementos ousados e criativos trazidos por Costa e Marinho (2009) para se destacar em um mercado altamente competitivo como elemento indispensável da criação. Para o atual mercado profissional onde a concorrência é tão acirrada e às vezes até injusta, a fim de aproveitar todas as oportunidades que tenha interesse em contribuir positivamente para a carreira do advogado no âmbito da possibilidade moral permitida.

 

Em síntese, este artigo permite concluir que os advogados podem fazer marketing jurídico nas redes sociais, mesmo que não exista uma norma para solucionar o problema até o momento no entanto, a conduta dos advogados deve obedecer aos preceitos e regulamentos do CED da OAB nº 94/2000 e normas afins, sendo que as regras de gestão da publicidade implementadas pelos advogados de forma semelhante também são aplicáveis ao marketing jurídico nas redes sociais.

 

Escrito por Taina Bastos Bacelar, acadêmica de Direito na Universidade Estácio de Sá - Belo Horizonte de Minas Gerais e acadêmica de Marketing na Universidade Estácio de Sá - Belo Horizonte de Minas Gerais.

 

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